Filha do Vento Se me ando
Chamam-me Cláudia, Claudinha, Dinha , Cláu e mãe.Gosto da vida, tenho medo da morte. Estou aqui para escrever um pouco sobre mim, das palavras que guardei em antigos cadernos e das que surgem repentinamente. É um tanto de amor, um tanto de dor , um tanto da vida e um tanto de ARTE. "Apresentar-se pelo coração é ser amigo" - Pedro Nava - E é isso!
terça-feira, 30 de outubro de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
Escalada/escarela/composição
Hoje resolvi fazer umas corujinhas, fui procurar meus moldes e olha só o que achei!
Escalada/escarela/composição
Salto além da quinta justa
Mais três degraus na mesma direção
Mais de quatro graus conjuntos salto
De salto.
A partir da quarta junta
Por terça em direção aposta
Escalada/escarela/composição
Salto além da quinta justa
Mais três degraus na mesma direção
Mais de quatro graus conjuntos salto
De salto.
A partir da quarta junta
Por terça em direção aposta
Seguida de grau conjuntos
Em direção outra vez oposta.
E tem mais um monte de rabiscos e palavras soltas, acho que eu estava querendo escrever algo numa noite qualquer de 2010.
Cláudia.
Em direção outra vez oposta.
E tem mais um monte de rabiscos e palavras soltas, acho que eu estava querendo escrever algo numa noite qualquer de 2010.
Cláudia.
Ironia
Ironia
De pouca estatura
De nem tanta evidência
Sou o alvo.
Toda pedrada me acerta
Toda injúria passa por mim
Toda calúnia vem ao meu encontro
A cicatriz vem depressa também
Um alvo fácil por ser grande
De pouca estatura
De nem tanta evidência
Sou o alvo.
Toda pedrada me acerta
Toda injúria passa por mim
Toda calúnia vem ao meu encontro
A cicatriz vem depressa também
Um alvo fácil por ser grande
Difícil de cair
Cheio de furinhos
Descascado
O mais engraçado
É que quando tombo
Quem me levanta
Sempre será o meu próximo algoz.
Cláu
Cheio de furinhos
Descascado
O mais engraçado
É que quando tombo
Quem me levanta
Sempre será o meu próximo algoz.
Cláu
sábado, 9 de junho de 2012
Vortô Dasdô
Dasdô vortô.
Veio assim do nadinha!
Trupicô em São Francisco
Bateu nos pé de Santa Rosa
Pensô que essa disconhecida
Fosse lhe sê generosa.
Ah Dasdô
Pra que vortô?
Mais de ano se passô
E ocê bem distraída
Aí sumida e assumida
Consertando, recosendo
Amarrando com seus nó
O danado do distino
Que de ocê nunca tem dó.
Quanto desencontro Dasdô!
Quanto desassussego fia minha!
Será que um dia a Virge Maria
De ocê desata os nó?
E os santo dos Rosário
E as rosa da Terezinha
Santo Vito e São João
Sua madrinha de pia
No colo a carregarão?
Dasdô, quantas dô sente...
Dasdô sente as dô de mãe
Dasdô sente as dô de fia
Dasdô sente as dô da vida
Que vida Dasdô, ocê tem?
E Dasdô inda agradece
Ajoeia em prosa em prece
Com os óio cheios dágua
Retira dos peito a mágoa
E amudece outra vez.
Mas o Senhô inda um dia
Põe seus óio nessa fia
E há de dar o que nunca cobra
Seja em graça seja em sobra
Nem que seja a alforria.
Thildes Barmía
08/06/2012
Espero acordar amanhã!
Veio assim do nadinha!
Trupicô em São Francisco
Bateu nos pé de Santa Rosa
Pensô que essa disconhecida
Fosse lhe sê generosa.
Ah Dasdô
Pra que vortô?
Mais de ano se passô
E ocê bem distraída
Aí sumida e assumida
Consertando, recosendo
Amarrando com seus nó
O danado do distino
Que de ocê nunca tem dó.
Quanto desencontro Dasdô!
Quanto desassussego fia minha!
Será que um dia a Virge Maria
De ocê desata os nó?
E os santo dos Rosário
E as rosa da Terezinha
Santo Vito e São João
Sua madrinha de pia
No colo a carregarão?
Dasdô, quantas dô sente...
Dasdô sente as dô de mãe
Dasdô sente as dô de fia
Dasdô sente as dô da vida
Que vida Dasdô, ocê tem?
E Dasdô inda agradece
Ajoeia em prosa em prece
Com os óio cheios dágua
Retira dos peito a mágoa
E amudece outra vez.
Mas o Senhô inda um dia
Põe seus óio nessa fia
E há de dar o que nunca cobra
Seja em graça seja em sobra
Nem que seja a alforria.
Thildes Barmía
08/06/2012
Espero acordar amanhã!
quinta-feira, 29 de março de 2012
terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
ISSO É MUITA SABEDORIA
Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.
Então, chegou minha hora de parar de chorar, despir-me do luto e voltar.
Aqui estou!Beijos
Cláu
segunda-feira, 21 de março de 2011
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